segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Não espero que o vento mude de direção.
Não espero respirar estações passadas.
Não espero que o orvalho umedeça as manhãs nesse outono, nem que a brisa da tardinha refresque o dia quente.


Tô cansada do relativo, tô esperando o absoluto.

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